Como Apoiar

Campanha ‘Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha’

Uma forma simples e muito importante de ajudar o projeto é apadrinhando uma planta-alvo do projeto, através de um donativo único no valor mínimo de 12€ por planta, no âmbito da Campanha ‘Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha.

Poderá apadrinhar uma ou mais plantas de entre as 25 espécies apresentadas aqui. Todas elas se encontram em risco de extinção em Portugal Continental por terem sido avaliadas no âmbito deste projeto numa das três categorias de ameaça da UICN: Vulnerável (VU), Em Perigo (EN) ou Criticamente Em Perigo (CR).

Época de Natal

Época Outono-Inverno

Época Primavera-Verão

 

Para que serve apadrinhar uma planta

Ao apadrinhar uma planta está a contribuir, através de um donativo único de valor mínimo igual a 12€ por planta, para a conclusão deste projeto, o qual tem um orçamento elegível total de 411.217,68€ e é cofinanciado em 85% pelo Fundo de Coesão através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR-03-2215-FC-000013) e em cerca de 12,2% pelo Fundo Ambiental. À Sociedade Portuguesa de Botânica, enquanto entidade beneficiária destes fundos e responsável pela execução do projeto, cabe comportar os cerca de 2,8% restantes da despesa total elegível, bem como todas as despesas consideradas não elegíveis pelas entidades cofinanciadoras no âmbito do projeto mas essenciais para a sua concretização.

Os donativos angariados na campanha ‘Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha’ serão assim um valioso contributo para a conclusão deste projeto de enorme importância para a conservação da biodiversidade em Portugal.

O objetivo último do projeto é a elaboração da Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental (i.e. o diagnóstico do risco de extinção das plantas nativas do nosso território), que consiste no documento estratégico aguardado há mais de 20 anos que irá orientar as políticas de gestão da conservação da biodiversidade e ajudar a definir as prioridades de conservação da flora no nosso país. Os resultados do projeto serão inclusivamente integrados na legislação nacional de conservação da biodiversidade, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 142/2008, de 24 de Julho, o que permitirá, em última instância, a proteção legal das espécies ameaçadas.

O que recebe quem apadrinhar uma planta

  1. Um diploma de padrinho ou madrinha, em formato digital, em seu nome ou no nome da pessoa a quem quiser oferecer o apadrinhamento;
  2. O nome dos padrinhos aparecerá junto do das plantas afilhadas aqui no portal e na publicação final (em livro e versão digital), prevista para Maio de 2019, como sinal de reconhecimento pelo seu contributo para o projeto.

Como apadrinhar a sua planta

  1. Escolha a(s) planta(s) que deseja apadrinhar de entre as 25 plantas da Lista Vermelha apresentadas aqui. Encontra informação sobre cada planta ao clicar sobre a respetiva fotografia.
  2. Preencha o formulário eletrónico disponível aqui (Natal | Primavera-Verão | Outono-Inverno) com os dados solicitados.
  3. Efetue o pagamento do donativo (o valor mínimo é de 12,00 EUR por planta, a pagar uma única vez) através da forma de pagamento que tiver selecionado no formulário que preencheu (transferência bancária, cheque ou numerário).

Poderá efetuar o pagamento do seu donativo através de:

– Transferência Multibanco para a conta da SPBotânica da Caixa Geral de Depósitos (CGD) com o NIB 0035 0054 00136702130 02 (para transferências internacionais utilize o IBAN – PT50 0035 0054 00136702130 02 | Código SWIFT – CGDIPTPL)

NOTA: Deverá enviar cópia do respetivo comprovativo para o endereço geral.lvf@gmail.com

– Cheque à ordem de Sociedade Portuguesa de Botânica

NOTA: Deverá enviar o cheque [ao cuidado de Miguel Porto] para a morada: Sociedade Portuguesa de Botânica, Travessa do Jardim n.º 3, A-dos-Potes, 2615-018 Alverca do Ribatejo. Caso não seja o titular da conta, deverá indicar-nos o nome do padrinho a que o donativo se refere.

– Numerário

  1. No final, enviaremos o recibo do seu donativo para o endereço electrónico que nos indicar, bem como o respectivo diploma de madrinha ou padrinho.

Consulte a Lista de Padrinhos que já deram o seu contributo ao projeto aqui.

 

Associativismo

Uma outra forma de apoiar o projeto é tornando-se sócio da Sociedade Portuguesa de Botânica. Saiba como aqui.

 

Donativos

Uma modalidade de participação muito importante para o sucesso do projeto é o apoio financeiro através de donativos, já que nem todas as despesas inerentes à execução deste projeto são consideradas elegíveis pelas entidades cofinanciadoras (PO SEUR e Fundo Ambiental). Além destas despesas não elegíveis, a Sociedade Portuguesa de Botânica (SPBotânica) terá de suportar cerca de 2,8% do custo total do projeto que não serão financiados por essas entidades. Apelamos, por isso, ao seu contributo financeiro para levar a cabo um projeto crucial para o delineamento e a adoção de medidas de conservação dirigidas às espécies ameaçadas da flora vascular autóctone do nosso país.

Benefícios fiscais para empresas

Pelo facto de a SPBotânica estar inscrita como ONGA no Registo Nacional de Organizações não Governamentais de Ambiente e Equiparadas (RNOE) da Agência Portuguesa do Ambiente, as empresas que concederem donativos ao projeto ao abrigo do Mecenato Ambiental previsto no Estatuto de Benefícios Fiscais (EBF) poderão deduzir até 120% dos respetivos donativos (vide Artigo 62º do EBF – nº 2; alínea c) do nº 6; e alínea a) do nº 7).

Como efetuar os donativos

Os donativos podem ser efetuados por transferência bancária para a conta da SPBotânica (NIB: 0035 0054 00136702130 02 – para transferências internacionais utilize o IBAN: PT50 0035 0054 00136702130 02 | Código SWIFT – CGDIPTPL) ou por cheque endereçado à Sociedade Portuguesa de Botânica e enviado ao cuidado de Miguel Porto para a morada Travessa do Jardim, nº 3, A-dos-Potes, 2615-018 Alverca do Ribatejo.

Para a emissão do respetivo recibo de donativo, agradecemos ainda o envio dos seus dados pessoais ou da empresa (nome, morada completa e número de contribuinte) para o endereço eletrónico geral.lvf@gmail.com.

 

Modalidades de Participação Pública

Durante a fase de execução técnica do projeto, a equipa de trabalho contou com a colaboração voluntária de mais de uma centena de pessoas, que contribuíram para o sucesso do projeto ‘Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental’ através das seguintes modalidades de colaboração:

  1. Partilha de dados geográficos de espécies da flora vascular provenientes de estudos, monitorizações, observações pessoais ou material de Herbário

O portal Flora-On (flora-on.pt) funcionou como base de dados para os registos geográficos das plantas facultados pelos colaboradores.

  1. Sinalização de pressões atuais e ameaças futuras sobre plantas em locais concretos

A correta identificação de pressões atuais e ameaças futuras sobre as populações das plantas constitui um dos aspetos fundamentais para a avaliação do seu risco de extinção pelos critérios da UICN. As fichas de avaliação das espécies contaram com a informação trazida por vários colaboradores.

  1. Integração na Bolsa de Voluntários para prospeção de plantas no campo

Foi criada uma Bolsa de Voluntários para prospeção de espécies de plantas no campo, que foi gerida pela equipa de coordenação técnica consoante as necessidades do projeto.

  1. Recolha de dados e redação dos textos de suporte à avaliação de plantas que não constam da Lista de Plantas-Alvo do projeto

Foram avaliadas espécies da flora vascular de Portugal que não constavam da Lista de Plantas-Alvo do projeto a partir dos trabalhos prévios de recolha de dados e redação dos textos com a informação de suporte à avaliação realizados por diversos colaboradores.

 

Financiamento:
Coordenação:      Parceria:  Cofinanciamento: